A Polícia Civil afirma que a gerente de uma boate no setor Calixtolândia, em Anápolis, teria pedido ao proprietário do estabelecimento que arrumasse alguém para “dar um susto” em Larissa Cristina Nunes da Silva, 23 anos, morta após ser espancada na madrugada de terça-feira (5).
O delegado Jefferson Matos informou que a gerente e o proprietário, que são ex-companheiros, assistiram à agressão e não tentaram impedir o crime.
De acordo com as investigações, o proprietário levou até a boate a mulher apontada como executora. No local, ela se armou com um cassetete e desferiu vários golpes na vítima, atingindo as costas e a cabeça. Larissa morreu em consequência de traumatismo craniano. A Polícia Civil diz que não há dúvidas de que gerente e proprietário aderiram à conduta da agressora.
Segundo o delegado, a motivação para o pedido de agressão ainda não foi esclarecida. Dois dos suspeitos eram conhecidos da vítima. Os três detidos — gerente, proprietário e executora — foram presos em flagrante e encaminhados à Unidade Prisional de Anápolis.
O crime da boate em Anápolis também é investigado pela Companhia de Policiamento Especializado (CPE) e segue classificado como homicídio qualificado, com indícios de premeditação e participação conjunta dos envolvidos.
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