Morreu na última sexta-feira (15), em Fortaleza, o padre Joaquim Pinto Magalhães Filho. O sacerdote era conhecido em Goiás por sua atuação no Santuário de Santo Antônio, em Anápolis, onde assumiu a coordenação em 1988, ano em que a paróquia foi elevada a santuário pelo Vaticano. Sua ordenação aconteceu em 27 de dezembro do mesmo ano, em uma caminhada marcada por dedicação pastoral.
Natural de Canindé (CE), o padre iniciou seu ministério em Goianápolis, mas foi em Anápolis que consolidou seu trabalho religioso. Ao longo de três décadas, tornou-se referência espiritual para a comunidade, deixando testemunhos de fé e compromisso com a Igreja Católica.
Desde 2019, residia em Fortaleza e exercia o ministério com autorização da Arquidiocese local. Mesmo distante de Goiás, mantinha laços de amizade com fiéis anapolinos e goianos, que recordam seu serviço e entrega à Igreja. O Santuário de Santo Antônio destacou em nota: “Seu testemunho de fé, amor e entrega permanecerá vivo em nossos corações”.
A Diocese de Anápolis também emitiu comunicado oficial lamentando a perda e agradecendo pelo dom de sua vida sacerdotal. Em nota, reforçou: “Damos graças pelo dom de sua vida e ministério, suplicando ao Senhor que o acolha na plenitude da Ressurreição”.
O padre Joaquim Pinto Magalhães Filho foi sepultado neste sábado (16) em Canindé, no interior do Ceará, após seu falecimento na sexta-feira (15) em Fortaleza, onde residia desde 2019. O sacerdote atuava na Arquidiocese local com autorização especial, mantendo sua dedicação à vida pastoral até os últimos dias.
Fiéis, familiares e colegas de ministério estiveram presentes para se despedir, reconhecendo a importância histórica e espiritual de sua missão na vida da comunidade católica.








