A era do networking superficial chegou ao fim. Em um cenário em que relações de confiança se tornaram o principal ativo empresarial, o BNI Goiás (Business Network International) tem mostrado, na prática, como conexões bem estruturadas são capazes de movimentar a economia e transformar a rotina de empreendedores.
A maior organização de networking do mundo ultrapassou recentemente a marca de R$ 136 milhões em negócios gerados no estado, com mais de 820 empresários ativos em 19 equipes. Somente nos últimos 12 meses, foram mais de 53 mil referências trocadas entre os membros, resultando em R$ 83 milhões em oportunidades de vendas, contratos e parcerias estratégicas.
Em Anápolis, cidade reconhecida como um dos maiores polos empresariais de Goiás, o BNI vive um novo capítulo com o lançamento da segunda equipe local, o BNI Bravo, que estreou com 22 membros fundadores — entre eles, profissionais de áreas como contabilidade, advocacia empresarial e imigratória, design, branding, energia solar, seguros, móveis planejados, corretagem de imóveis, gastronomia, gestão de milhas e produção audiovisual.
A expectativa é que o grupo cresça de forma consistente, alcançando 50 membros até dezembro de 2025. “Os empresários de Anápolis voltaram muito animados após o treinamento de vendas. Estão impactados com a metodologia e as ferramentas do BNI, mas principalmente engajados e dispostos a aplicar o que aprenderam”, diz Jair Lima, diretor regional do BNI Goiás e Tocantins.
“No BNI, networking não é sobre trocar cartões — é sobre gerar negócios sustentáveis. Quando empresários confiam uns nos outros e mantêm uma rotina disciplinada de conexões, o resultado é crescimento mútuo”, afirma o diretor. A primeira reunião aberta com convidados da nova equipe está marcada para 16 de outubro de 2025, e promete reunir empresários locais interessados em conhecer a metodologia que vem transformando o modo de fazer negócios em Goiás.
Por que Anápolis?
A escolha de fortalecer a presença do BNI na cidade foi natural para Jair, que considera a cidade imponente, com economia pujante e perfil empreendedor vibrante e diversificado. “Fiz um comparativo com Maringá, inclusive usando inteligência artificial. O resultado me mostrou que Anápolis não perde em nada – mesmo com um número menor de habitantes-, os indicadores como IDH, PIB per capita e quantidade de empresas, são iguais ou maiores que Maringá, onde já existem 14 equipes com média de 40 membros”, pontua Jair.
Segundo o diretor, foi aí que percebeu que o ecossistema de empresários se ajudando era necessário na cidade, o que se confirmou com a primeira equipe, com todos os membros muito satisfeitos, com muitas renovações. Conectando o norte ao sul do estado, Anápolis tem um setor logístico estratégico e concentra empresas inovadoras em diferentes segmentos e o BNI pode potencializar um ambiente que já respira oportunidades.
O lançamento da segunda equipe, segundo Jair, representa um novo nível de maturidade empresarial em Anápolis. “O surgimento do BNI Bravo mostra que os empresários anapolinos entenderam o poder do networking estruturado. Estamos construindo um ecossistema de colaboração que amplia a geração de negócios, fortalece parcerias e dá suporte real para o crescimento sustentável das empresas locais”, finaliza Jair.
BNI Goiás em números
- Membros ativos: mais de 820 empresários
- Equipes ativas: 19
- Negócios gerados em Goiás: R$ 136 milhões
- Referências trocadas nos últimos 12 meses: mais de 53 mil
- Negócios gerados em 12 meses: R$ 83 milhões
- Cidades com equipes abertas: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Itumbiara, Trindade, Jataí, Caldas Novas, Catalão e Rio Verde
Sobre o BNI
O Business Network International (BNI) é a maior organização de networking profissional do mundo, presente em 77 países e com mais de 348 mil membros. Fundado em 1985, aplica a filosofia Givers Gain® para conectar empresários e gerar oportunidades através de referências qualificadas. O Brasil ocupa o terceiro lugar mundial em número de equipes — são mais de 500 grupos e 19 mil membros, que movimentaram R$ 2,5 bilhões em negócios nos últimos 12 meses.
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