Um acidente fatal BR-153 Anápolis tirou a vida do caminhoneiro Fernando Dias de Oliveira, 53 anos, na manhã desta terça-feira (10). O veículo que ele conduzia saiu da pista no trecho urbano da rodovia, próximo à entrada do Jardim Europa, por volta das 9h50, e invadiu uma área de mata. De acordo com a Delegacia de Investigação de Crimes de Trânsito (DICT), há fortes indícios de que o motorista tenha sofrido um mal súbito enquanto estava ao volante.
No local, não foram encontrados sinais de frenagem brusca ou de colisão com outros veículos, o que reforça a hipótese de que Fernando perdeu a consciência antes de perder o controle do caminhão. A porta do veículo estava aberta e o corpo foi encontrado caído atrás da cabine, com um grave traumatismo craniano e múltiplos ferimentos. O SAMU foi acionado, mas apenas constatou o óbito.
O acidente fatal BR-153 Anápolis está sob investigação da DICT, que prossegue com os levantamentos para confirmar as causas. O caso reforça a discussão sobre a saúde dos profissionais do volante e os riscos associados a longas jornadas. O trecho da BR-153 onde ocorreu o acidente é um dos mais movimentados da região, com fluxo intenso de caminhões e veículos de passeio.
Apesar da redução de 30,6% nas mortes no trânsito registrada em 2025 — queda de 62 para 43 óbitos —, os primeiros meses de 2026 já sinalizam novos desafios. Além do acidente fatal na BR-153 envolvendo o caminhoneiro Fernando Dias de Oliveira, outros episódios graves marcaram o início do ano, como a colisão entre carro e caminhão na BR-414 no dia 3 de fevereiro, que resultou em cinco vidas perdidas. Essas ocorrências em rodovias federais que cortam ou margeiam o município reforçam a necessidade de atenção redobrada não só no perímetro urbano, mas também nas vias de alto fluxo que interligam a região.
Os números da PRF referentes a janeiro de 2026 também acendem um alerta: em um único fim de semana, foram contabilizados 15 acidentes na BR-153, com um atropelamento fatal. Essa sequência de ocorrências indica que, mesmo com a queda expressiva no ano anterior, a combinação entre excesso de velocidade, possíveis falhas humanas e condições das vias segue demandando ações contínuas de fiscalização, campanhas educativas e investimento em infraestrutura para consolidar a segurança viária no entorno de Anápolis.








