O desaparecimento das adolescentes Agatha Thaline, de 12 anos, e Edriene Laís Ribeiro da Silva, de 15, mobiliza moradores de Anápolis desde a manhã de quarta-feira (12). As duas saíram de casa cedo para ir à Escola José Abdalla, que funciona atualmente no prédio da Faculdade Fibra, no bairro São João, mas não chegaram ao local e, desde então, não fizeram contato com as famílias.
A ausência foi percebida ainda pela manhã e, sem qualquer sinal das meninas, os familiares registraram a ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Desde então, a Polícia Civil trabalha para localizar as estudantes. A delegada Aline Lopes, que conduz o caso, afirma que a equipe está analisando imagens de câmeras, ouvindo testemunhas e tentando reconstruir o trajeto das jovens.
Famílias vivem horas de apreensão
Os parentes relatam que as meninas mantêm rotina escolar regular e não costumam faltar sem aviso. O desaparecimento repentino gerou muita preocupação. Desde quarta, familiares e amigos percorrem bairros próximos, conversam com moradores e compartilham informações nas redes sociais.
Trajeto está sendo reconstituído
A DPCA concentra esforços em mapear os possíveis caminhos feitos pelas adolescentes até a escola. Equipes recolhem imagens de câmeras de comércios e residências do bairro São João, além de verificar se houve algum desvio de rota ou encontro no percurso. A polícia também checa se houve contato das jovens com outras pessoas antes do desaparecimento.
Até agora, não há confirmação de que Agatha e Edriene estavam juntas no momento em que desapareceram, mas a coincidência de horário reforça a necessidade de investigação conjunta.








