O atraso no pagamento dos integrantes da Força Tática Municipal foi tema de debate na Câmara Municipal de Anápolis durante a sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (4). Na tribuna, a vereadora Capitã Elizete (PRD) cobrou providências da Secretaria Municipal de Economia e pediu a regularização imediata dos salários dos policiais militares que participam do programa.
De acordo com a parlamentar, os profissionais ainda não receberam os valores referentes aos meses de janeiro e fevereiro de 2026. Ela afirmou que tem recebido diversos relatos de policiais que atuam na iniciativa municipal e que estariam enfrentando dificuldades por causa da falta de pagamento.
Segundo Capitã Elizete, muitos dos integrantes da Força Tática Municipal têm procurado seu gabinete para relatar a situação. “Tenho recebido verdadeiros pedidos de socorro desses policiais militares que fazem parte do programa”, afirmou durante o pronunciamento.
A vereadora destacou ainda que os profissionais exercem a atividade em horários de folga, além das funções regulares na corporação, com o objetivo de reforçar a segurança pública na cidade. Para ela, o trabalho realizado pelos policiais é essencial para garantir mais proteção à população.
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“São profissionais que deixam suas casas, trabalham no horário de descanso e entregam uma segurança pública de qualidade para a cidade”, disse.
Durante o discurso, a parlamentar também afirmou que o problema de atrasos salariais não estaria restrito apenas à Força Tática Municipal. Segundo ela, outros setores ligados à prestação de serviços públicos também teriam relatado dificuldades semelhantes.
Capitã Elizete pediu ainda que vereadores que representam áreas como saúde e educação levem à tribuna possíveis demandas relacionadas ao pagamento de profissionais dessas áreas, caso existam situações parecidas.
Ao finalizar o pronunciamento, a vereadora ressaltou que a regularização dos pagamentos é fundamental para manter a qualidade dos serviços prestados à população. “A falta de pagamento gera mão de obra não qualificada e pode comprometer o funcionamento de serviços importantes”, concluiu.











