O contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, firmou um acordo para parcelar a dívida de pensão alimentícia avaliada em R$ 1,175 milhão, medida que suspende a execução do mandado de prisão expedido contra ele nesta semana. A informação foi confirmada pelo advogado do empresário, Arthur Paulino, que afirmou que o acordo foi assinado na noite de quarta-feira (26) e já está protocolado, aguardando homologação pelo Judiciário.
O mandado havia sido decretado na terça-feira (25) após inadimplência prolongada. A defesa chegou a comunicar que Cachoeira pretendia se apresentar às autoridades, enquanto simultaneamente trabalhava para formalizar o acordo com a ex-mulher Andressa Mendonça, mãe da filha menor que recebe o benefício. Segundo a assessoria do empresário, a pensão é destinada exclusivamente à criança, e não à ex-companheira.
O acordo prevê que o débito acumulado será quitado de forma parcelada, e enquanto o pagamento estiver sendo cumprido, o mandado permanece suspenso. Além disso, a negociação inclui redução no valor mensal da pensão, que hoje é fixada em 120 salários mínimos. A nova quantia e o cronograma de pagamento não foram divulgados, pois o processo corre em sigilo.
Andressa Mendonça informou que não irá se pronunciar sobre o caso.
Com o acordo firmado, Cachoeira segue em liberdade, mas depende do cumprimento do parcelamento para evitar o restabelecimento da ordem de prisão.
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