As contas de energia elétrica ficam mais caras em setembro, com acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira vermelha patamar 2 devido à baixa quantidade de chuvas, que exige o acionamento de usinas termelétricas, mais caras que as hidrelétricas. O aumento impacta consumidores residenciais, comerciais e industriais em todo o país.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, o uso maior de termelétricas é inevitável e gera custos mais altos, justificando a aplicação da bandeira vermelha patamar 2. Nos meses anteriores, junho e julho tiveram bandeira vermelha, enquanto agosto já registrou patamar 2, confirmando a tendência de aumento nos custos de geração.
Bandeiras tarifárias: entenda os custos extras na conta de energia:
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🟩 Verde: condições favoráveis, sem acréscimo;
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🟨 Amarela: condições menos favoráveis, R$ 1,88 a cada 100 kWh;
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🟥 Vermelha patamar 1: condições desfavoráveis, R$ 4,46 a cada 100 kWh;
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🟥 Vermelha patamar 2: condições muito desfavoráveis, R$ 7,87 a cada 100 kWh.
O sistema de bandeiras tarifárias da Aneel sinaliza ao consumidor os custos reais da energia elétrica no país. Quando a geração é mais cara, como no caso do acionamento de termelétricas, a cobrança adicional é aplicada automaticamente nas contas, tornando a conta de energia mais cara.
A manutenção da bandeira vermelha patamar 2 impacta diretamente residências, comércios e indústrias, exigindo atenção dos consumidores ao consumo de energia elétrica. Além disso, a Aneel reforça que o sistema de cores das bandeiras indica condições de geração: verde sem custo extra, amarela leve acréscimo, vermelha 1 e vermelha 2 com valores crescentes por 100 kWh consumidos.
Para reduzir o impacto, consumidores podem adotar medidas simples de economia. Ajustar o ar-condicionado, usar ventiladores, reduzir o tempo de banho quente, conferir a vedação de geladeiras e substituir lâmpadas por LED são ações práticas. Essas medidas ajudam a minimizar o efeito da conta de energia mais cara sem comprometer o conforto.
Dicas para economizar energia e reduzir a conta:
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Ar-condicionado: manter entre 23ºC e 25ºC, usar tecnologia Inverter e ventiladores de teto;
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Chuveiro elétrico: optar por verão, banhos rápidos e desligar ao ensaboar;
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Geladeira: não colocar alimentos quentes, manter distância da parede e vedação correta;
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Iluminação: usar LED, aproveitar luz natural e apagar lâmpadas de cômodos desocupados.











