A família de Daniel Santos, de 36 anos, conhecido como Fuscão, vive dias de angústia em Anápolis. Desaparecido desde 22 de julho, ele pode ser a vítima de um corpo carbonizado encontrado na Rua Amazílio Lino, no centro da cidade. O material genético foi coletado em 11 de agosto, mas até o momento não houve divulgação oficial do laudo, deixando familiares e amigos em busca de respostas.
De acordo com uma amiga da família, a morosidade preocupa ainda mais os pais de Daniel, que são idosos. Ela relatou: “O corpo queimado mesmo nem sabemos onde está. Pode não ser o Daniel, mas deve ter família. Se não chegasse na imprensa, nunca teríamos respostas”. Enquanto aguardam o DNA, parentes e conhecidos percorrem a cidade em busca de informações, chegando a ouvir de usuários em pontos de tráfico que o corpo encontrado seria de Daniel.
O caso ganhou repercussão após a descoberta do corpo carbonizado, amarrado e deixado em um terreno baldio. Três homens chegaram a ser presos no mesmo dia, e um deles confessou que o crime teria ocorrido como suposta “reação” a um estupro. No entanto, a família contesta essa versão, lembrando que Daniel era homossexual, e há suspeitas de que a morte possa ter ocorrido por outro motivo, até mesmo por uma discussão banal envolvendo R$ 29,00.
A reportagem procurou a Polícia Civil para obter informações sobre o andamento das investigações e aguarda retorno. Enquanto isso, amigos e familiares seguem tentando esclarecer os fatos por conta própria. A Polícia Militar informou que moradores acionaram a corporação ao encontrarem a vítima, e a área foi isolada para perícia.
Morador do Setor Miragem, Daniel é professor de dança e já enfrentou problemas relacionados ao uso de drogas. Em outras ocasiões, costumava passar dias fora de casa, mas sempre retornava. Desta vez, o sumiço preocupa ainda mais a família, que pede apoio da população com qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o mistério.
Entenda o caso do desaparecimento e do corpo carbonizado em Anápolis
Daniel Santos, conhecido como Fuscão, está desaparecido desde 22 de julho. Professor de dança e morador do Setor Miragem, ele possui histórico de depressão e passagens por tratamento contra dependência química.

Em julho, um corpo carbonizado foi encontrado na Rua Amazílio Lino, levantando suspeitas de que poderia ser Daniel. Três suspeitos foram detidos, sendo que um confessou o crime, alegando que teria ocorrido em reação a um suposto estupro, hipótese contestada pela família.
O material genético foi coletado no início de agosto, mas ainda não houve divulgação de laudo oficial. Amigos e familiares continuam buscando informações, incluindo relatos de pessoas que afirmam ter visto Daniel recentemente em pontos da cidade.








