A morte de João Victor Gontijo Oliveira, de 10 anos, que aconteceu na última sexta-feira (19), segue gerando comoção e revolta. O garoto morreu após encostar em um fio energizado que estava solto em uma rua da Vila Jussara, em Anápolis. A tragédia expôs a falta de manutenção na rede elétrica e levantou questionamentos sobre responsabilidades.
Segundo testemunhas, João Victor caminhava com um amigo quando sofreu a descarga elétrica. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. Segundo o delegado que investiga o caso, Cleiton Lobo, a principal linha de apuração é de que o fio seja pertencente a uma operadora de telefonia.
Repercussão
O prefeito Márcio Corrêa usou as redes sociais para prestar solidariedade. Ele lamentou a morte do garoto e afirmou que é inaceitável que vidas sejam perdidas em situações que poderiam ser evitadas. O gestor anapolino destacou ainda a importância da responsabilização e da adoção de medidas de segurança mais eficazes.
A Escola Municipal Rosevir Ribeiro de Paiva, onde o garoto estudava, também se manifestou: “A Escola Rosevir se une em oração e sentimentos”, publicou a direção.
A família de João Victor também criou um perfil nas redes sociais para pedir justiça pela morte do menino. No perfil @jeternojoaovictor os familiares compartilham mensagens de luto e homenagens.
Respostas
A Equatorial lamentou a situação e se solidarizou com a família de João Victor. A empresa disse que assim que foi acionada pelos Bombeiros, enviou “imediatamente equipes técnicas ao local” e que “após análise, foi constatado que o fio envolvido no acidente era de telefonia e estava energizado em razão de contato com a luminária do poste de iluminação pública”. A Equatorial disse ainda que retirou o fio energizado para garantir a segurança da população.








