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Gerente e proprietário de boate teriam assistido e sido mandantes de espancamento que matou jovem em Anápolis, diz delegado

Segundo a Polícia Civil, crime foi cometido a pedido da gerente do estabelecimento; três pessoas estão presas e investigações continuam


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 08/08/2025 - 10:53

Quatro pessoas são presas suspeitas de assassinato de jovem em boate de Anápolis
Larissa Cristina Nunes da Silva, 23 anos, morta após ser espancada em uma boate de Anápolis. (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil afirma que a gerente de uma boate no setor Calixtolândia, em Anápolis, teria pedido ao proprietário do estabelecimento que arrumasse alguém para “dar um susto” em Larissa Cristina Nunes da Silva, 23 anos, morta após ser espancada na madrugada de terça-feira (5).

O delegado Jefferson Matos informou que a gerente e o proprietário, que são ex-companheiros, assistiram à agressão e não tentaram impedir o crime.

De acordo com as investigações, o proprietário levou até a boate a mulher apontada como executora. No local, ela se armou com um cassetete e desferiu vários golpes na vítima, atingindo as costas e a cabeça. Larissa morreu em consequência de traumatismo craniano. A Polícia Civil diz que não há dúvidas de que gerente e proprietário aderiram à conduta da agressora.

Segundo o delegado, a motivação para o pedido de agressão ainda não foi esclarecida. Dois dos suspeitos eram conhecidos da vítima. Os três detidos — gerente, proprietário e executora — foram presos em flagrante e encaminhados à Unidade Prisional de Anápolis.

O crime da boate em Anápolis também é investigado pela Companhia de Policiamento Especializado (CPE) e segue classificado como homicídio qualificado, com indícios de premeditação e participação conjunta dos envolvidos.

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