Viajar para o exterior acaba de ficar mais “light” — literalmente. Algumas companhias brasileiras já estão lançando passagens aéreas mais econômicas que não permitem bagagem de mão (apenas um item pessoal), como forma de baratear o preço da passagem. É opcional — você escolhe se vale a pena abrir mão do conforto para economizar.
A Gol, por exemplo, vai estrear essa nova modalidade chamada “Basic” a partir do dia 14. Nessa modalidade, você só poderá embarcar com uma bolsa ou mochila com até 10 kg, com dimensões restritas (32 cm × 22 cm × 43 cm), e ela deve ficar embaixo do assento da frente — nada de colocar mala no compartimento superior.
A Latam já adota algo parecido em algumas rotas. Em um teste com voo entre São Paulo e Buenos Aires, a tarifa “Basic” das passagens aéreas ficou R$ 53,23 mais barata do que a categoria “Light” (que permite bagagem de mão). Mas essa diferença de preço pode variar bastante conforme destino, temporada e companhia aérea.
Quais são os prós e contras?
Pontos positivos:
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Menor custo: se você viaja “enxuto”, sem muitas malas, pode economizar uma boa quantia no valor da passagem.
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Menos peso, menos preocupação: sem precisar carregar mala grande pelos aeroportos, o processo fica mais ágil.
Pontos negativos:
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Limitação drástica: algumas rotas poderão exigir que você despache a mala (às vezes gratuitamente).
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Menos flexibilidade: se você decidir levar um volume maior, pode acabar pagando taxas extras ou comprando outra passagem.
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Economia nem sempre sólida: o desconto depende muito da rota, da demanda e da época.
O que você precisa saber antes de fechar
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Entenda o que é “item pessoal” vs “bagagem de mão”: o item pessoal cabe sob o assento da frente, com medidas e peso limitados; a bagagem de mão “tradicional” vai no compartimento superior.
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Verifique os limites de peso e volume da sua companhia aérea escolhida — estes valores variam e são restritos nas tarifas básicas.
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Cheque as regras de despacho: em alguns casos, se o avião estiver cheio ou por restrições de espaço, sua mala poderá ser despachada automaticamente, mesmo que você tenha direito a levá-la.
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Considere quantos dias vai viajar e quantos pertences você precisa levar — para viagens longas ou com múltiplas estações, abrir mão da mala de mão pode não compensar.











