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Servidora de 61 anos é detida suspeita de furtar alimentos da merenda em Anápolis

Câmeras de segurança registraram a servidora entrando na escola com a bolsa vazia e saindo com duas bolsas aparentemente carregadas com os produtos


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 22/01/2026 - 07:33

servidora
No armário da mulher a polícia encontrou itens que seriam da escola. (Imagem: Polícia Militar)

Uma servidora pública de 61 anos, que trabalhava como auxiliar de serviços gerais em uma escola da rede estadual em Anápolis, foi conduzida à Central de Flagrantes nesta quarta-feira (21), suspeita de furtar alimentos e itens de limpeza da merenda escolar da própria unidade de ensino.

O caso aconteceu em uma escola localizada no Setor Residencial Pedro Ludovico. Segundo a direção da escola, itens começaram a desaparecer com frequência após a chegada da funcionária, o que chamou a atenção da equipe.

Imagens revelam possível furto

A denúncia foi formalizada depois que câmeras de segurança registraram a servidora entrando nas dependências com a bolsa vazia e saindo com duas bolsas aparentemente carregadas com os produtos. A Polícia Militar foi chamada ao local para apurar o caso.

Durante a abordagem, os agentes encontraram dois litros de leite e uma embalagem de óleo escondidos em um armário da servidora.

Secretaria de Educação abre processo interno

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) informou que o caso também está sendo apurado administrativamente. A gestão da escola e a Coordenação Regional de Educação (CRE) de Anápolis instauraram um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para avaliar o caso, responsabilizar a servidora e tomar as medidas cabíveis de acordo com as normas da rede pública.

Leia a nota na íntegra:

Em atenção à solicitação de informações sobre servidora do Colégio Estadual em Período Integral (Cepi) Doutor Mauá Cavalcante Sávio, de Anápolis, suspeita de envolvimento em ocorrência de furto na instituição, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc/GO) responde:

– A servidora sob investigação policial é efetiva da rede pública estadual;

– A denúncia foi feita às autoridades pela gestão do colégio e a Coordenação Regional de Educação (CRE) de Anápolis, neste momento, abre processo administrativo disciplinar (PAD) para os atos de apuração, responsabilização e tomada de medidas cabíveis.

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