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Suposto serial killer de Rio Verde é condenado a 41 anos de prisão

Rildo Soares não poderá recorrer em liberdade e enfrentará mais dois julgamentos ainda este mês


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 11/12/2025 - 07:51

Rildo Soares
Além dessa condenação, o réu ainda será julgado por outros dois homicídios nos próximos dias. (Imagem: Reprodução)

O suposto serial killer Rildo Soares foi condenado a 41 anos e 8 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado, estupro, ocultação de cadáver e roubo contra Elisângela Silva de Souza, de 26 anos, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (10) pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), e o réu não terá direito a recorrer em liberdade.

Elisângela havia saído de casa de madrugada para trabalhar quando foi abordada pelo acusado. Depois de desaparecer, seu corpo foi encontrado em um lote baldio em setembro de 2025. As investigações apontaram que ela foi violentada, morta e teve seus pertences roubados.

Penas aplicadas

De acordo com a sentença do juiz Cláudio Roberto Costa dos Santos Silva, da Comarca de Rio Verde, as penas foram assim distribuídas:

  • Homicídio qualificado: 23 anos e 4 meses;
  • Ocultação de cadáver: 1 ano e 8 meses;
  • Estupro: 10 anos;
  • Roubo com uso de arma branca: 6 anos e 8 meses.

No total, a soma das penas chega a 41 anos e 8 meses de prisão, que deverão ser cumpridos inicialmente em regime fechado.

Defesa e próximos passos

A defesa de Rildo Soares informou que acata a decisão da Justiça, conforme relatado por sua equipe.

Além dessa condenação, o réu ainda será julgado por outros dois homicídios nos próximos dias: está marcado o julgamento de crimes relacionados às vítimas Monara Pires Gouveia de Moraes (em 15 de dezembro) e Alexania Hermógenes Carneiro (em 16 de dezembro).

O caso mobilizou autoridades em Rio Verde e atraiu forte atenção da população, diante da gravidade dos crimes e da suspeita de atuação serial do acusado. A sequência de julgamentos promete manter o foco da comunidade e dos órgãos de segurança sobre o desfecho desses processos.

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