Skip to content

Corpo encontrado no Ribeirão Extrema em Anápolis é de vidraceiro desaparecido; polícia já trabalha com suspeitas

Corpo de Cleiton Andrade de Sousa foi localizado em avançado estado de decomposição sob ponte da BR-060. Polícia Civil investiga o caso como homicídio


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 28/07/2025 - 10:24

Cleiton Andrade de Sousa está desaparecido desde o dia 12 de julho. (Foto: Reprodução)
Cleiton havia sido visto pela última vez no início da tarde do dia 12 de julho, ao sair de sua residência no bairro Campos Elísios. (Foto: Reprodução)

O corpo encontrado na última sexta-feira (25), sob a ponte do Ribeirão Extrema, nas proximidades da BR-060, em Anápolis, foi identificado como sendo do vidraceiro Cleiton Andrade de Sousa, de 43 anos, que estava desaparecido desde o dia 12 de julho. A confirmação foi feita pela Polícia Civil após a realização de exames técnicos de identificação.

Segundo as autoridades, o cadáver apresentava indícios de ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. No entanto, devido ao avançado estado de decomposição, a causa da morte ainda não pôde ser confirmada oficialmente. O corpo foi encontrado parcialmente submerso, nas Chácaras Atibaia, e apresentava sinais de violência. O rosto da vítima estava escurecido, o que impediu o reconhecimento visual imediato no local, exigindo o trabalho da perícia criminal para determinar a identidade.

Cleiton havia sido visto pela última vez no início da tarde do dia 12 de julho, ao sair de sua residência no bairro Campos Elísios. No mesmo dia, vizinhos estranharam o portão da casa aberto e a completa ausência de movimentação no interior da residência. Dois dias após seu desaparecimento, o carro da vítima, um GM Celta vermelho, foi localizado totalmente carbonizado nas proximidades de uma fábrica de refrigerantes, na região leste da cidade.

A Delegacia de Homicídios de Anápolis trata o caso como um possível homicídio com indícios de execução. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre suspeitos ou linhas de investigação. Familiares de Cleiton haviam registrado o desaparecimento dois dias após o último contato. Agora, a polícia busca esclarecer o que ocorreu no período em que o vidraceiro esteve desaparecido, entender a motivação do crime e identificar os responsáveis. A conclusão dos exames necroscópicos deverá fornecer mais detalhes cruciais para o andamento das investigações.