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Anápolis cai no ranking econômico de Goiás, apesar de crescimento do PIB em 2023

Dados preliminares mostram que município passou da segunda para a quarta posição entre as maiores economias do estado


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 19/12/2025 - 16:20

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(Foto: Reprodução)

Dados preliminares do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios de Goiás, referentes a 2023, indicam uma mudança significativa na posição de Anápolis no ranking estadual. Apesar de registrar crescimento econômico em relação ao ano anterior, o município perdeu espaço frente a outras cidades e caiu da segunda para a quarta colocação entre as maiores economias goianas. As informações ainda serão divulgadas oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, Anápolis fechou 2023 com um PIB estimado em R$ 20,4 bilhões. O valor representa avanço em comparação a 2022, quando o município registrou R$ 19,3 bilhões. No entanto, o ritmo de crescimento foi inferior ao de outras cidades do estado, o que resultou na perda de duas posições no ranking. Mesmo com a queda, Anápolis manteve participação relevante na economia regional, respondendo por cerca de 1,8% do PIB do Centro-Oeste e 0,2% do PIB nacional.

A mudança no posicionamento ocorreu em um cenário de forte desempenho de outros municípios. Rio Verde avançou para a segunda posição, impulsionada principalmente pelo agronegócio e pela indústria ligada ao setor, enquanto Aparecida de Goiânia assumiu a terceira colocação. Com isso, Anápolis, que historicamente figura entre os principais polos econômicos de Goiás, passou a ocupar o quarto lugar.

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A liderança estadual permanece com Goiânia, que registrou PIB de R$ 75,7 bilhões em 2023 e apresentou crescimento de 14,34% em relação ao ano anterior, o maior entre os principais municípios goianos. O desempenho da capital reforça a concentração econômica na Região Metropolitana.

Os dados fazem parte do levantamento do PIB dos Municípios, cuja metodologia é padronizada nacionalmente e integrada ao Sistema de Contas Nacionais e Regionais, o que garante comparabilidade entre diferentes localidades. Nesta divulgação preliminar, não há detalhamento por setores econômicos, como agropecuária, indústria e serviços, nem informações específicas sobre a administração pública. De acordo com o IBGE, essa abertura voltará a ser apresentada após a implementação da nova série do Sistema de Contas Nacionais, prevista para 2027, com ano-base em 2021.