Skip to content

Políticos fazem balanço da Marcha para Jesus e rebatem politização do evento: “perseguição religiosa”

Lideranças destacam fé e união em manifestação que reuniu milhares de pessoas em Anápolis; vereador reage a críticas


Por Carlos Nathan em 20/10/2025 - 10:56

Políticos fazem balanço da Marcha para Jesus e rebatem politização do evento perseguição religiosa
(Foto: Reprodução)

A Marcha para Jesus 2025, realizada no último sábado (18) em Anápolis, reuniu milhares de pessoas e contou com a presença de diversas autoridades municipais, estaduais e federais. O evento, organizado pelo Conselho de Pastores de Anápolis, teve início no Estádio Jonas Duarte e terminou na Praça Dom Emanuel, no Setor Jundiaí, onde ocorreram apresentações musicais e pregações.

Participaram da celebração o prefeito Márcio Corrêa (PL), a primeira-dama Carla Lima Corrêa, o governador Ronaldo Caiado, a primeira-dama do estado, Gracinha Caiado, o vice-governador Daniel Vilela, além de parlamentares como o deputado estadual Amilton Filho e o deputado federal Rubens Otoni. A Câmara Municipal de Anápolis também esteve representada por sua presidente, Andreia Rezende (Avante), e outros vereadores.

Durante a marcha, artistas do segmento gospel, como Aline Barros, Delino Marçal, Ministério Pedras Vivas e Casa do Oleiro Adoração, se apresentaram. Apesar da chuva, o público permaneceu no local até o encerramento, por volta das 23h.

Em publicação nas redes sociais, o prefeito Márcio Corrêa classificou o evento como um “momento de gratidão a Deus” e destacou a participação popular.

Na sessão da Câmara Municipal desta segunda-feira (20), o vereador Wederson Lopes (União Brasil) comentou a realização da marcha e rebateu críticas sobre possível politização. Segundo ele, a presença de autoridades políticas não descaracteriza o caráter religioso do evento, que, conforme lembrou, é previsto pela Lei Municipal nº 398/2020, a qual institui a Marcha para Jesus no calendário oficial da cidade, sempre no terceiro sábado de outubro.

Lopes afirmou que o tempo destinado às falas de autoridades foi de cerca de 30 a 40 minutos dentro de uma programação de nove horas. “Foi um momento protocolar, com autoridades constituídas. Transformar isso em politização é injusto”, disse o parlamentar, que também criticou o que chamou de “perseguição religiosa disfarçada”.