Um workshop dedicado à capacitação de mulheres empreendedoras foi realizado nesta segunda-feira (24) no Centro de Inovação e Tecnologia (Ceitec) de Anápolis. Com o tema “Como maximizar as suas vendas nas feiras”, o evento reuniu participantes interessadas em aprimorar suas técnicas comerciais e expandir seus negócios.
Promovido em parceria entre a Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Agricultura, e o grupo Mistura Feminina, a iniciativa ofereceu orientações práticas sobre montagem de vitrines atrativas, criação de conexão genuína com os clientes e estratégias eficazes de vendas.
Redes sociais e postura profissional
A programação incluiu uma palestra com Jennifer Braga, que demonstrou como utilizar as redes sociais para atrair novos clientes e manter o relacionamento pós-vendas. “O contato não pode terminar quando a feira acaba. As redes sociais são ferramentas poderosas para fidelizar clientes e gerar novas vendas”, explicou.
Em seguida, a empreendedora Mirna Pedatella abordou a importância da imagem pessoal no comércio com a palestra “Você é a Vitrine do Seu Negócio”. Ela destacou como a postura, comunicação e apresentação pessoal influenciam diretamente nos resultados comerciais.
Incentivo ao empreendedorismo feminino
De acordo com a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Agricultura, o workshop integra as ações contínuas de fortalecimento do comércio local e representa mais uma iniciativa para ampliar as oportunidades profissionais das mulheres anapolinas que atuam no setor comercial.
- Crescimento Expressivo: O número de mulheres donas de negócios no Brasil atingiu a marca de 10,4 milhões, o maior patamar já registrado, representando cerca de 34% do total de empreendedores no país.
- Impacto Econômico e Social: O empreendedorismo feminino é considerado uma força estratégica que gera emprego, renda e inovação em diversos setores, como moda, beleza, tecnologia e educação.
- Motivações Diversas: As razões para empreender incluem a busca por independência financeira (principal estímulo para 40% delas), a vontade de ter flexibilidade e a realização pessoal, muitas vezes como alternativa a um mercado de trabalho tradicional com barreiras ou desigualdades.











