O Prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), reforçou nesta terça-feira (30) sua cobrança por providências urgentes diante do risco representado pela desorganização da fiação em postes de energia e telecomunicações. Em reunião com representantes do Ministério Público de Goiás (MPGO) e da Equatorial Energia, Corrêa foi enfático ao afirmar que a Prefeitura não ficará de braços cruzados enquanto empresas insistem em transferir responsabilidades, situação que já culminou na morte do menino João Victor Gontijo Oliveira, de apenas 10 anos, no último dia 19 de setembro.
“Na reunião de hoje com o Ministério Público e a Equatorial, deixamos claro que não vamos cruzar os braços enquanto a concessionária e as empresas seguem no jogo de empurra que já custou a vida do pequeno João Victor. Agradeço ao Ministério Público pelo apoio e pela sensibilidade de entender a importância de defendermos o interesse do cidadão”, declarou o prefeito.
A posição firme do Executivo municipal vem acompanhada de medidas práticas. Ainda nesta terça-feira, Corrêa sancionou a chamada “Lei João Victor”, que estabelece novas regras para o ordenamento da fiação e obriga concessionárias e prestadoras de serviços a alinhar cabos, remover fios inutilizados e identificar suas estruturas. A legislação é considerada pelo prefeito e pelo MPGO um instrumento essencial para cobrar responsabilidades e evitar novas tragédias.
Com fiscalização intensificada e o respaldo jurídico da nova lei, a Prefeitura pretende encerrar a prática de negligência das empresas e garantir mais segurança para os moradores de Anápolis.











