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Wederson Lopes diz que esquerda no governo é volta dos grandes escândalos e que sente “saudades” de Bolsonaro

Vereador critica governo federal, defende investigação no INSS e afirma que casos recentes superam escândalos de gestões anteriores


Por Carlos Nathan em 05/02/2026 - 09:53

Wederson Lopes diz que esquerda no governo é volta dos grandes escândalos e que sente saudades de Bolsonaro
Vereador Wederson Lopes discursa na tribuna (Foto: Allyne Laís)

Durante discurso na tribuna da Câmara Municipal de Anápolis, na sessão ordinária desta quarta-feira (4), o vereador Wederson Lopes (União Brasil) fez duras críticas ao atual governo federal e afirmou que o retorno da esquerda ao poder, sob a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT), representa a volta dos grandes escândalos de corrupção no país. Segundo o parlamentar, é fundamental que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS investigue as denúncias recentes e trabalhe para que eventuais recursos desviados sejam devolvidos aos cofres públicos.

Em sua fala, Wederson Lopes também mencionou o caso envolvendo o Banco Master, classificando o episódio como um escândalo de grandes proporções. Para ele, a situação pode se revelar ainda mais grave do que a Operação Lava Jato, que marcou governos petistas no passado. O vereador ressaltou que, mesmo com tentativas de associar nomes da direita ao caso, episódios desse tipo tendem a surgir com mais frequência quando o PT ocupa o comando do Executivo federal.

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Ao comparar diferentes períodos políticos, Wederson afirmou sentir “saudades” das polêmicas que marcaram a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, naquela época, as manchetes giravam em torno de temas considerados menores, como férias presidenciais, motociatas, hábitos alimentares do então presidente, o cartão de vacinação e até o episódio das joias recebidas durante o mandato, contrastando com os escândalos financeiros atuais.

O vereador também criticou a situação econômica do país e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá encerrar o mandato com o maior déficit nas contas públicas desde o Plano Real. Na avaliação de Wederson, parte da população aceita esse cenário por “gostar de sofrer”, classificando o apoio ao atual governo como um comportamento masoquista.