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Único deputado federal anapolino, Rubens Otoni foi contra “PEC da Blindagem”; veja outros votos

Parlamentar do PT se posicionou contra a proposta que limita prisões e processos contra deputados e senadores; apenas três goianos votaram contra a medida


Redação Tribuna de Anápolis Por Redação Tribuna de Anápolis em 17/09/2025 - 10:56

ir e previdência Em entrevista, Rubens Otoni cobra inclusão da Faixa 1 em programas para Anápolis
Rubens Otoni (PT). (Foto: Reprodução)

A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, nesta terça-feira (16), a chamada “PEC da Blindagem“, proposta que altera as regras para prisões e abertura de processos contra parlamentares. O texto recebeu 344 votos favoráveis, 133 contrários e agora segue para análise no Senado Federal. De Goiás, 14 deputados votaram a favor e três foram contrários. Entre os que rejeitaram a medida está o único deputado federal de Anápolis, Rubens Otoni (PT). Além dele, Adriana Accorsi (PT) e Flávia Morais (PDT) também se manifestaram contra a PEC.

Confira como votaram os deputados goianos:

A favor da PEC da Blindagem

  • Adriano do Baldy (PP)

  • Célio Silveira (MDB)

  • Daniel Agrobom (PL)

  • Ismael Alexandrino (PSD)

  • Zacharias Calil (UB)

  • Gustavo Gayer (PL)

  • Jeferson Rodrigues (Republicanos)

  • José Nelto (PP)

  • Lêda Borges (PSDB)

  • Magda Mofatto (PL)

  • Marussa Boldrin (MDB)

  • Professor Alcides (PL)

  • Samuel Santos (Republicanos)

  • Silvye Alves (UB)

Contra a PEC da Blindagem

  • Adriana Accorsi (PT)

  • Flávia Morais (PDT)

  • Rubens Otoni (PT)

A PEC da Blindagem altera o artigo 53 da Constituição e limita a possibilidade de prisão em flagrante de deputados e senadores apenas a casos de crimes inafiançáveis. Além disso, estabelece que o início de ações penais contra parlamentares dependerá de autorização da respectiva Casa Legislativa, que terá até 90 dias para analisar os pedidos da Justiça.

Para críticos da proposta, como Otoni, a medida representa um retrocesso, pois cria barreiras adicionais ao combate à corrupção e enfraquece a independência do Judiciário. Já defensores afirmam que a PEC reforça as garantias constitucionais e evita perseguições políticas contra representantes eleitos. Com a aprovação em dois turnos na Câmara, o tema agora será apreciado pelo Senado, onde também precisará de ampla maioria para ser promulgado.